IPVA atrasado chega a R$ 6 milhões
O número de veículos em atraso com IPVA em Formosa assusta o Detran e acende luz vermelha na Secretaria de Fazenda. De acordo com os dados levantados pela receita estadual, são cerca de 8,5 mil veículos em atraso no município de Formosa.
O número representa 10% da frota de 84 mil veículos. Com o objetivo de reduzir a inadimplência do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), a Delegacia Regional de Fiscalização da cidade inicia na próxima segunda-feira, dia 12, uma campanha para receber o imposto atrasado.
A operação em parceria com a prefeitura de Formosa, Polícia Militar e Detran, vai cobrar o IPVA atrasado dos últimos cinco anos, inclusive o de 2013. A operação em Formosa será realizada por tempo indeterminado nas principais vias de tráfego da cidade, segundo o delegado Luiz Antônio Granjeiro. Durante as operações, os veículos com licenciamento atrasado são retidos e só podem ser retirados pelos proprietários mediante o pagamento ou o parcelamento dos impostos.
Entrega de equipamentos em Formosa
Nesta
manhã o prefeito Itamar Barreto esteve presente na secretaria de Transportes e
Limpeza entregando equipamentos para os servidores.
Na ocasião foram entregues camisetas; equipamentos de segurança e trabalho além de um gerador que irá auxiliar na manutenção das pontes e bueiros em estradas rurais. Os novos equipamentos são para que os servidores possam produzir mais e com segurança. “Estamos fazendo a entrega de todo tipo de equipamento necessário para que possa manter a cidade limpa e organizada”, disse.
O prefeito ressaltou que a qualidade de vida da população está relacionada com a qualidade da prestação do serviço da máquina pública. Convidou a população para conhecer a UPA Infantil e indagou que retirou a criança de ambientes com usuários de drogas e acidentados. Também revelou que em breve reabrirá a policlínica situada na Lagoa dos Santos.
Questionado sobre a paralisação nacional dos médicos o prefeito revelou. “É um direito do cidadão o direito de greve, mas infelizmente quem sofre é a população mais humilde que depende da rede pública de saúde, não podemos fazer nada”, disse.
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